quinta,14dezembro,2017

Investigação científica militar contribui para o desenvolvimento da ciência e tecnologia

Investigação científica militar contribui para o desenvolvimento da ciência e tecnologia

Luanda - A investigação científica desenvolvida por instituições militares foi, desde os tempos mais remotos, uma grande contribuição para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação, afirmou hoje, quinta-feira, em Luanda, a ministra da Ciência e Tecnologia, Maria Cândida Teixeira.

  A ministra fez essa referência quando discursava na abertura do Seminário de Inovação e Racionalização, destinado a generais, almirantes, oficiais superiores e subalternos dos três ramos das Forças Armadas Angolanas (FAA), além de cadetes do Instituto Superior Técnico Militar.

A responsável ressaltou que, na década de 70 do Século passado, as instituições de investigação científica e desenvolvimento tecnológico militares dos EUA estavam preocupadas com a melhoria dos sistemas de posicionamento geo-conferênciados, e, a partir daquela altura, desenvolveram linhas de investigação mais refinadas para dar resposta a uma série de inquietudes que culminaram no surgimento de melhores GPS, nos anos subsequentes, mais fiáveis e com determinação mais precisas.
 


"Hoje este tipo de equipamento, com modelos cada vez mais inovadores, são utilizados nos diversos domínios da vida e sectores, incluindo os civis, embora descoberto no domínio da investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação de instituições militares", referiu.
 


Cândida Teixeira destacou também o progresso alcançado na área da ressonância magnética pirotécnica, bem como nos diferentes sistemas do domínio da automação e robótica, com contribuições valiosíssimas das instituições de investigação cientifica e desenvolvimento tecnológico militares.
 


Na sua intervenção, ressaltou que com o surgimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, como um órgão que rege as políticas desta área no país, o Executivo angolano reforçou a sua aposta na criação de condições para colocar Angola na senda do desenvolvimento científico e tecnológico.
 


Maria Cândida Teixeira informou que, desde 2009, a instituição, por si dirigida, tem trabalhado no intuito de identificar, acompanhar e motivar talentos, a nível nacional, bem como na sensibilização e mobilização de apoios para a inovação e o empreendedorismo de base tecnológica.

O evento, com término previsto para sexta-feira próxima, é uma organização da Direcção de História e Investigação do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), tendo como objectivo traçar linhas para a implementação de actividades de inovação e racionalização; criar uma cultura de inovação e racionalização; assim como estudar a possibilidade de produção de meios materiais para as FAA.
 


Visa também dinamizar acções que permitam dotar as FAA de capacidades inovadoras, identificar experiências e potenciar os quadros em inovação e racionalização.
 


Os temas, em debate, versam as “linhas mestras para a inovação e racionalização em Angola”, as “FAA e a organização do processo de inovação e racionalização”, “experiência de inovação e racionalização da exploração do armamento e técnica”, ”potencialidade de produção, inovação e racionalização em processos tecnológicos” e “produtos nos estaleiros navais da Marinha de Guerra Angolana”.


Testemunharam a sessão de abertura o chefe do Estado Maior General das FAA, general de Exército Geraldo Sachipengo Nunda, entre outros oficiais generais e superiores dos ramos militares, nomeadamente Exército, Força Aérea e Marinha de Guerra.


A ministra fez essa referência quando discursava na abertura do Seminário de Inovação e Racionalização, destinado a generais, almirantes, oficiais superiores e subalternos dos três ramos das Forças Armadas Angolanas (FAA), além de cadetes do Instituto Superior Técnico Militar.

A responsável ressaltou que na década de 70, do Século passado, as instituições de investigação científica e desenvolvimento tecnológico militares dos EUA estavam preocupados com a melhoria dos sistemas de posicionamento geo-conferênciados, e, a partir daquela altura, desenvolveram linhas de investigação mais refinadas para dar resposta a uma série de inquietudes que culminaram no surgimento de melhores GPS, nos anos subsequentes, mais fiáveis e com determinação mais precisas.
 


"Hoje este tipo de equipamento, com modelos cada vez mais inovadores, são utilizados nos diversos domínios da vida e sectores, incluindo os civis, embora descoberto no domínio da investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação de instituições militares", referiu.
 


Cândida Teixeira destacou também o progresso alcançado na área da ressonância magnética pirotécnica, bem como nos diferentes sistemas do domínio da automação e robótica, com contribuições valiosíssimas das instituições de investigação cientifica e desenvolvimento tecnológico militares.
 


Na sua intervenção, ressaltou que com o surgimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, como um órgão que rege as políticas desta área no país, o Executivo angolano reforçou a sua aposta na criação de condições para colocar Angola na senda do desenvolvimento científico e tecnológico.
 


Maria Cândida Teixeira informou que, desde 2009, a instituição, por si dirigida, tem trabalhado no intuito de identificar, acompanhar e motivar talentos, a nível nacional, bem como na sensibilização e mobilização de apoios para a inovação e o empreendedorismo de base tecnológica.

O evento, com término previsto para sexta-feira próxima, é uma organização da Direcção de História e Investigação do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), tendo como objectivo traçar linhas para a implementação de actividades de inovação e racionalização; criar uma cultura de inovação e racionalização; assim como estudar a possibilidade de produção de meios materiais para as FAA.
 


Visa também dinamizar acções que permitam dotar as FAA de capacidades inovadoras, identificar experiências e potenciar os quadros em inovação e racionalização.
  
Os temas, em debate, versam as “linhas mestras para a inovação e racionalização em Angola”, as “FAA e a organização do processo de inovação e racionalização”, “experiência de inovação e racionalização da exploração do armamento e técnica”, ”potencialidade de produção, inovação e racionalização em processos tecnológicos” e “produtos nos estaleiros navais da Marinha de Guerra Angolana”.


Testemunharam a sessão de abertura o chefe do Estado Maior General das FAA, general de Exército Geraldo Sachipengo Nunda, entre outros oficiais generais e superiores dos ramos militares, nomeadamente Exército, Força Aérea e Marinha de Guerra.